sei os meandros das leis que protegem direitos de informação e de expressão.
contaram-me que são a base de uma sociedade democrática.
disseram-me que são invioláveis.
hoje acordamos para um mundo de luto com sabor a petit gâteau queimado.
traz o cheiro do dia em que a pólvora tentou silenciar.
as munições não podem mais que as canetas.
as armas não podem mais que os cérebros críticos.
somos nós, cada um, sem censuras.
mesmo na luta desleal de grafite contra disparos.
desleal para os disparos, entenda-se.
ontem, hoje, sempre. somos charlie.

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