fazem parte de mim os exercícios de flexibilidade da preguiça.
permitem-me estabelecer o padrão do tédio absoluto para poder depois comparar com as alturas azafamadas e dizer que precisamente nesta altura é que eu estava bem.
há qualquer coisa de bom em perder conscientemente tempo.
porque se quer mesmo perdê-lo.
no meio disso, acho sempre tanta coisa.
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