27/02/15

está giro.

enquanto as massas empoladas de estilistas wannabe discutem se o vestido é douranco ou azuleto há malta a destruir pedaços de património universal.
os saldos sempre foram muito inimigos da consciência de humanidade.

19/02/15

eu & a poesia

admito. eu discrimino poesia.
porque desde a infância fui ensinada que exigia um esforço superior para rimar.
tanto que muitas vezes nem as palavras estavam de bem umas com as outras, sem sentido outro que não ter a mesma terminação que a última da linha de cima.

(verso, eu sei.)

mas, aparentemente, há poesia que não rima.
e dessa eu até gosto.

é como se fosse prosa desorganizada.

e eu simpatizo quando as desorganizações alheias sintonizam com a minha.

09/02/15