de vez em quando passas ao lado das conclusões, contorna-las com dissertações, argumentos e confusões.
mas outras vezes há em que não tens como fugir: está mesmo à tua frente. pior: a realidade vem direita a ti pregar-te um valente bofetão.
acorda!
o que tu queres é tão somente aquilo.
que não és sentimentalona eu sei, mas digna-te por um bocadinho a interromper o teu orgulho e admitires que tens uma inveja boa do que vês. que era exactamente aquilo que gostavas para ti.
era isso, parares de ser um jumento autocrítico e o mundo era teu.
prometo.
28/07/13
18/07/13
o rabo da volta a frança.
alguém tinha de falar nisto. e é impossível ter sido a única a ver.
no meio de super-homens, pais natal e as poucas pessoas vestidas normalmente que a volta a frança sempre consegue juntar à borda da estrada, eis que surge no canto inferior esquerdo o gigantesco rabo ao léu francês.
o sujeito escolheu bem o plano e o timing, foi perfeito.
malta a saltar, bandeiras de uma milhena de países a esvoaçar, parolos a forçar uma corrida que acompanhasse o ritmo dos atletas, lá vem o super-homem, um garoto quase atropelado, eis o ciclista em esforço e - Bam! - rabo.
a volta a frança nunca teve tanta dignidade.
ainda assim faltam-lhe tomates, digo eu.
quem sabe, numa próxima...
no meio de super-homens, pais natal e as poucas pessoas vestidas normalmente que a volta a frança sempre consegue juntar à borda da estrada, eis que surge no canto inferior esquerdo o gigantesco rabo ao léu francês.
o sujeito escolheu bem o plano e o timing, foi perfeito.
malta a saltar, bandeiras de uma milhena de países a esvoaçar, parolos a forçar uma corrida que acompanhasse o ritmo dos atletas, lá vem o super-homem, um garoto quase atropelado, eis o ciclista em esforço e - Bam! - rabo.
a volta a frança nunca teve tanta dignidade.
ainda assim faltam-lhe tomates, digo eu.
quem sabe, numa próxima...
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